Programação do Museu da Casa Brasileira em setembro

O Educativo do Museu da Casa Brasileira (MCB) propõe práticas que articulam o olhar, o fazer e o pensar. Pretende que os visitantes assumam o papel de investigadores, pesquisando os conteúdos que o museu oferece em uma perspectiva contemporânea. A ideia é criar desafios para que os participantes das atividades educativas levantem questões a partir de suas próprias experiências e descubram novos sentidos ao relacionar a visita ao MCB com suas vidas.A partir desse pressuposto, o MCB oferece oficinas de desenho, bordado e poesia voltadas para o público geral que convidam para uma nova relação com o espaço, seus afetos, as memórias pessoais e as compartilhadas.

 

13 e 27 de setembro, quartas-feiras, das 10h30 às 12h – As Palavras e as Casas

Nesta oficina, convidar as pessoas para partilhar suas histórias faz parte de um ritual. Ouvimos sobre comidas, cheiros, brincadeiras, lembranças de pessoas que já se foram, sonhos de lugares onde gostariam de morar. Uma escuta atenta e sensível para vozes singulares que se expressam no meio da multidão.

Diante relatos afetivos relacionados ao morar, a equipe de artistas-educadores do MCB vai elaborar transcrições poéticas com maquinas de escrever. Os textos, generosamente datilografados, poderão ser levados pelos participantes.

 

14 de setembro, quinta-feira, das 13h30 às 15h – Casa Bordada

Quer dar um ponto? Esta pergunta, que soa um tanto inusitada, é feita para todos que passam na calçada e param no ponto de ônibus em frente ao Museu da Casa Brasileira. As pessoas olham e demoram um pouco para entender… Bordar? Na rua?

A artista educadora Beth Ziani oferecerá ao público noções básicas de bordado e aplicação em tecido. As imagens de peças do acervo do MCB e de lembranças de objetos domésticos de uso cotidiano são a inspiração para começar o bordado.

 

19 de setembro, terça-feira, das 11h às 13h – A Casa Estampada
A artista Monica Schoenacker oferecerá ao público passante na calçada do MCB noções básicas de serigrafia, para que o participante possa estampar um pano de prato para levar para casa.

 

20 de setembro, quarta-feira, das 10h30 às 12h – Desenho sua casa

As pessoas que passam em frente ao museu são convidadas a mergulhar em suas memórias para relembrar uma casa que foi continente de suas histórias. É curioso que passamos nossas vidas habitando diferentes casas. De que maneira estas casas continuam habitando em nós?
Um artista é convidado a desenhar de ouvido a casa descrita. O que ocorre é uma conversa que se faz desafiadora tanto para o desenhista quanto para aquele que evoca a casa, pois ambos se colocam no lugar de quem passeia pelo espaço. O primeiro, para conhecê-la, o segundo, para reconhecê-la.

Marcos Gorgatti, artista educador do MCB, faz um desenho da casa do participante, a partir de uma descrição afetiva ou de uma fotografia. A imagem desenhada poderá ser levada para casa como uma recordação.

 

21 e 28 de setembro, quintas-feiras, das 10h30 às 12h – Que objeto é esse?

A oficina “Que objeto é esse?” acontece na calçada do MCB. Embaixo da árvore, em um círculo formado com cadeiras, as pessoas são convidadas a sentar e colocar um abafador de som nas orelhas. Recebem lápis, caneta, papel, acetato, isto é, materiais para desenhar. São propostas de desenho a partir da observação de objetos cotidianos, muitos deles relacionados às mostras em cartaz no museu ou com o acervo. São destinadas a quem quiser interromper o fluxo cotidiano para desenhar, enfim, ao público passante na calçada da Avenida Faria Lima.

Sob a orientação da artista Aline Van Langendonck, pessoas que passam na calçada em frente ao MCB serão convidadas à oficina de observação, focada em objetos domésticos de uso cotidiano.

 

30 de setembro, sábado, das 14h30 às 16h30 – Ofícios
Encontro com profissionais de diversas áreas ligadas à casa como pedreiro(a), encanador(a), pintor(a), porteiro(a), cozinheiro(a), cuidador(a), babá, empregado(a), doméstica, faxineiro(a), jardineiro(a), entre outros. Os ofícios e as narrativas de cada profissional servirão de ponto de partida para as oficinas com diversas linguagens.

 http://www.mcb.org.br/pt-BR/educativo/presente

SERVIÇO
Endereço: Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2.705 – Jardim Paulistano – São Paulo
Telefone: (11) 3032-3727
www.mcb.org.br

Entrevista sobre a síndrome do ninho vazio

Em entrevista à jornalista Patrícia Trudes Veiga, do Instituto Mongeral Aegon, a psicanalista Luciana Mannrich reflete sobre a síndrome do ninho vazio e sua relação com o processo de envelhecimento.

A Síndrome do Ninho Vazio bateu à sua porta?

Se você está triste com a partida dos filhos de casa e se perguntando qual o sentido de sua vida, você provavelmente está passando por ela

Mãe de um único filho, a dentista Renata Meirelles, 51 anos, comemorou efusivamente a entrada do jovem em uma universidade pública no interior de São Paulo. Ajudou-o na mudança, na decoração do apartamento, nas primeiras compras. E ligava todos os dias. “Mas, aos poucos, vi que ele não tinha tempo para falar comigo. Foi um choque, caí numa tristeza profunda”, lembra.

O mesmo sentimento invadiu a vida da funcionária pública aposentada Ruth Nepabuceno, 58 anos, no ano passado, quando suas duas filhas se casaram e foram morar em outros Estados. “De repente, acabou a rotina frenética e a casa ficou silenciosa”, conta. “Não tinha mais companhia para nada, estava sozinha e sem vontade, às vezes, até mesmo de sair da cama.”

Renata e Ruth sofrem de uma crise muito específica vivida no momento em que os filhos saem de casa. “Hoje trabalha-se com uma diferenciação entre Síndrome do Ninho Vazio, termo que se refere ao momento em que o último filho sai de casa, e Ninho Vazio, referente à mudança de papel dos pais”, explica Luciana Goulart Mannrich, psicóloga e fundadora da Porvir.

“Se o primeiro momento é agudo, por desestabilizar uma organização estabelecida, o segundo é de adaptação a essa mudança. Como toda crise, causa desestabilização e pode gerar tristeza e angústia. Ela costuma acontecer concomitantemente a outras crises, como menopausa e aposentadoria, que podem torná-la ainda mais difícil de lidar”, avalia.

Os sintomas

E como saber se a Síndrome do Ninho Vazio bateu à sua porta? Como o próprio nome diz, ela diz respeito a um momento vivido pela maioria das pessoas em determinada fase da vida. “Se você está triste com a partida de seu filho, se perguntando qual o sentido de sua vida sem ele e sentindo dificuldade para ter prazer em suas atividades, você provavelmente está passando por ela.”

O início, alerta a psicóloga, é pontual por estar ligado a algo muito específico. “Mas como essa crise se desdobrará depende muito de como a pessoa lida com os momentos difíceis e de sua capacidade para se refazer e encontrar novos interesses”, explica. Foi o que aconteceu com Renata, que passou a se dedicar mais ao casamento e à carreira.

“Quando você se depara com a mudança, a vida te dá todos os recursos para você se adaptar àquela nova etapa. Você tem, na verdade, é que estar muito atento a eles. Eu procuro desenvolver a habilidade de receber bem o novo. Meu filho estudar lá é uma nova etapa. É uma nova vida, para ele e para nós, os pais.”

O tratamento

“Cada pessoa vai lidar com as muitas crises que se apresentam em suas vidas de acordo com as ferramentas de que dispõe”, explica Luciana. Com Ruth, por exemplo, foi diferente. A tristeza caminhou para uma depressão, e ela buscou ajuda psiquiátrica. Fez terapia por um ano e hoje diz que o assunto é página virada: “Me doei a tal ponto que eu já não sabia mais quem eu era”.

O fato é que “a crise desencadeada pela saída dos filhos do lugar principal da vida de uma pessoa pode ser um momento muito rico de descobertas e redirecionamentos”, aponta a psicóloga. “Nunca é tarde para buscar cursos e programas com amigos que possam dar à vida um novo sentido.”

Quando os filhos compreendem que sua saída significa um momento difícil para os pais, podem tentar ser mais compreensivos e pacientes, diz Luciana. “Mas é muito importante que não se culpem por essa crise vivida pelos pais e encarem esse momento como um passo natural e importante em suas vidas.”

A prevenção

A melhor prevenção para é ter uma vida rica de interesses e paixões, com alerta ligado, em todas as fases, para que o cuidado e a atenção dispensados aos filhos não impeçam projetos individuais. “Nossa cultura ainda coloca a mulher como principal responsável pelo cuidado com os filhos, o que muitas vezes a impede de seguir estudando e se aprimorando. Mas é possível seguir com pequenos projetos que ajudem a cultivar a individualidade”, diz a psicóloga.

Para Luciana, o modo como a pessoa experiencia a Síndrome do Ninho Vazio está muito ligado à sua capacidade de elaborar perdas e lutos ao longo da vida. “Estamos sempre perdendo alguma coisa e tendo que aprender a lidar com isso. O envelhecimento e as crises que o acompanham obriga a um reposicionamento frente à vida e ao redirecionamento da energia para novos projetos. Isso pode ser muito custoso para pessoas que não aprenderam a fazer isso ao longo da vida.”

 http://institutomongeralaegon.org/estilo-de-vida/a-sindrome-do-ninho-vazio-bateu-a-sua-porta

Vagas de emprego para pessoas de mais de 50 anos

Lendo esta matéria da revista “Pequenas empresas, grandes negócios” me chamou a atenção primeiro é claro a brilhante ideia de oferecer uma plataforma para quem tem mais de 50 anos poder procurar emprego. Como se sabe muitos aposentados continuam a exercer uma atividade remunerada para complementar a aposentadoria ou sustentar a família.

A segunda coisa que me chamou a atenção foi o relato de Mórris que explica como teve a ideia:

“A ideia de tirar a Maturi Jobs do papel surgiu por um motivo pessoal: Mórris viu sua avó ser obrigada a se retirar do mercado de trabalho aos 80 anos após um acidente. “Ela adoeceu rapidamente depois que teve que parar de trabalhar. Eu vivi tudo isso de muito perto e ela se tornou minha grande inspiração”, diz o empreendedor.

Além de Dona Keila, outra motivação de Mórris foi sua experiência como voluntário em uma casa de repouso. “Vi que muitas pessoas param cedo de exercer atividades importantes. Comecei a pensar em algo que pudesse mudar isso”, afirma.”

Vemos então que o mundo dos idosos continua separado do dos jovens, e que poucos jovens e adultos têm a oportunidade de ter uma troca geracional como a experimentada por Mórris para que possam se sensibilizar e mudar sua maneira de enxergar o mundo e quem sabe ter ideias como estas que possam mudar a qualidade de sua própria velhice.

http://www.maturijobs.com/

http://revistapegn.globo.com/Startups/noticia/2017/03/jovem-cria-plataforma-com-vagas-de-emprego-para-pessoas-mais-velhas.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=compartilharMobile

Eu, Daniel Blake

Filme comovente sobre a velhice. Entramos em contato com a heterogeneidade das velhices possíveis e do desamparo que surge do encontro entre velhice e pobreza. Filme mostra de maneira sensível e realista o que acontece frequentemente em varias cidades do mundo. Homem fica viúvo, adoece e sem poder trabalhar entra na zona de pobreza. Porém por ser um filme e não a realidade, vemos surgir a solidariedade e o humanismo nos momentos de maior fragilidade e desespero. Apesar do tema pesado, o filme nos deixa esperançosos de que talvez por meio de um melhor relacionamento intergeracional possamos encontrar melhores formas de envelhecer, mais éticas e coletivas.

https://www.youtube.com/watch?v=K-zFLuG3Y0o

Existem sinais de que é hora de pedir ajuda?

Em nosso cotidiano de trabalho observamos que muitos familiares se sentem pegos de surpresa por mudanças ocasionadas pelo envelhecimento de seus pais ou sogros. Embora a sensação seja de que tudo aconteceu de repente, há mudanças que se dão de maneira discreta e que, quando observadas, podem nos preparar para novas tomadas de decisão.

Saiu essa semana um artigo http://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/sensores-podem-prever-queda-de-idosos-com-antecedencia-20943403 sobre a criação de um sensor capaz de prever com antecedência de até 3 semanas as quedas tão comuns na velhice. De acordo com Marjorie Skubic, professora que desenvolveu o sensor, essa inovação permitiria aos idosos ficarem mais tempo em casa.

Nesse mesmo sentido de antever as mudanças que vêm com a idade, Paula Spencer, do site Caring.com https://www.caring.com/ lista uma série de sinais de que o idoso já não tem condições de viver sozinho e precisa de ajuda em sua casa ou mudar para um residencial. A Sociedade de Geriatria e Gerontologia nos fornece uma versão em português: http://www.sbgg-sp.com.br/pub/sera-que-o-idoso-ainda-e-capaz-de-morar-sozinho/

Esse tipo de publicação nos convoca a pensar sobre a atenção que deve ser voltada para o cotidiano dos idosos que conhecemos. Há sinais sutis de mudanças que indicam perda de autonomia e necessidade de criar novos arranjos na casa e na ajuda a esse idoso. É sempre muito importante atentar para o limite tanto do idoso quanto daquele que se coloca no lugar de cuidar dele. Ainda que a crença difundida seja a de que os familiares são os responsáveis pelo cuidado do idoso, muitas vezes é necessário pedir ajuda e dividir essa responsabilidade com profissionais qualificados.

Filme Toni Erdmann

http://www.adorocinema.com/filmes/filme-228026/trailer-19553477/

Nesta sexta estreia no Brasil um filme premiado aqui na Europa chamado Toni Erdmann. Este filme me tocou muito pois fazia tempo que não via um filme sobre envelhecimento tratar de assuntos sérios com tanto humor. O filme de quase três horas passa rápido pois a diversão e a surpresa duram do inicio ao fim. O filme é alemão mas se passa na Bulgária e mostra um pai no fim da vida tentando se aproximar da filha, uma executiva de sucesso que não tem tempo para ter uma vida afetiva. Acho que a palavra que me vem à mente é liberdade. Liberdade de se poder criar na velhice meios singulares para se enfrentar os dilemas humanos. Liberdade da diretora por usar o cinema como meio de expressão artística para nos fazer sentir e viver junto com os personagens emoções que nos tocam a todos. O tipo de filme que pode trazer estranhamento para alguns mas que para outros como eu, deixam uma saudades no final pois fica o desejo de querer os personagens pra sempre em sua vida.

Um lugar escuro

Estou lendo livros de relatos de familiares de idosos com a doença de Alzheimer e um dos que mais me tocou foi “Um lugar escuro” indicado pela minha querida amiga Silvia. Heloisa Seixas conta o cotidiano de viver com sua mãe que tem Alzheimer. Na minha tese avanço a hipótese de que com a doença de Alzheimer as mudanças não são apenas cognitivas mas o próprio Eu se transforma de forma irreversível. Na linguagem psicanalítica, as trilhas associativas, a memória, sustentadas pelas trocas neuronais, escolhem os caminhos mais curtos para passagem da libido, ou das informações, o que faz que nos comportamos sempre da mesma forma. De forma previsível, dando as pessoas a nossa volta a impressão que elas nos conhecem. Com o avanço da doença, trilhas novas vão sendo tomadas, o principio de realidade vai sendo deixado de lado em nome do principio do prazer. No trecho do livro que escolhi pra este post e pra mim tese, Heloisa conta de forma dolorosa que a mãe tinha o habito de sempre deixar o melhor pedaço do frango para os filhos, sempre colocando as necessidades dos outros antes das suas. Com a doença, sua mãe, e outros doentes, passam a se comportar de forma inesperada, por vezes egoísta, mas distinta de como sempre fizeram. Frente a estas mudanças, os familiares sentem-se traídos. Por mais difícil e complexo que seja acompanhar alguém num processo de mudança tão intenso e imprevisível, temos que compreender que parte do sofrimento ligado a doença vem do fato que não podemos aceitar que quem amamos mude. que o amor que ele tem por nós faria com que se mantivesse o mesmo, para nosso bem estar, até o final. 

“Pois todos estes aspectos, bons e ruins, da personalidade da minha mãe começaram a mudar. Aos poucos, ela se transformou no avesso de si mesma, deixando aflorar tudo o que havia passado a vida negando ou escondendo. Onde havia liberalidade, surgiu um conservadorismo tacanho. A mulher seca foi dando lugar a uma pessoa manhosa, cheia de vontades, exigindo de filha e neta todos os abraços, beijos, carícias que nos tinham sido negados a vida toda. A mulher generosa se transformou em perdulária, muitas vezes comprando coisas inúteis e gastando dinheiro de forma compulsiva. A personalidade alegre se fechou em modos ríspidos. Passou a implicar com tudo e com todos, brigou com os vizinhos, teve discussões na rua. Tornou-se medrosa, sensível a qualquer dor. E, de uma hora para outra, passou a exigir a melhor parte do frango. Durante esta fase de transformação da personalidade, que se estendeu por pelo menos cinco anos, muitas coisas aconteceram. Esquecimentos, trocas de nomes, teimosia, pirraça, mas tudo me parecia normal, coisa de quem está envelhecendo. Ela não estava louca. Apenas de vez em quando acontecia um episódio mais assustador, capaz de disparar dentro de mim um alarme, cujo ruído, ainda assim, eu procurava ignorar. (SEIXAS, 2013, p.19).”

 

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Curso de informática para seniors

Estão abertas as inscrições para o curso de informática básico e avançado na Congregação Israelita Paulista.Os interessados podem obter mais informações pelo telefone 28086211 ou pelo e-mail: debora.sor@cip.org.br.

O curso é gratuito. É necessário pagar R$ 40,00 pela apostila. O único pré-requisito é ter computador ou note book.

mundo digital

Mensagem de final de ano

 

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Caros colegas,

Agradecemos a todos que acompanharam, apoiaram e divulgaram a Por Vir neste nosso terceiro ano. Graças a indicações de amigos e profissionais tivemos a oportunidade de ampliar a Por Vir e acompanhar idosos e famílias nos processos singulares de envelhecimento.

Além de nosso trabalho clínico, este ano também tivemos a  oportunidade de estabelecer novas parcerias como com a Home Care Guardiões de Vidas na qual participamos da seleção e treinamento de cuidadores.

Também nos aprofundamos no estudo da avaliação neuropsicológica de quadros de doenças neurodegenerativas assim como em divulgar nossos valores em relação a novas formas de se envelhecer por meio de publicações, palestras, congressos e facebook.

Convidamos a acompanhar o cotidiano de nossa prática no nosso site www.por-vir.com e no Facebook_ Por-vir  Cuidado Ampliado no envelhecimento.

Desejamos a todos um final de ano festivo e um novo ano de renovadas esperanças.
Abraços,

Cintia Honda
Katia Cherix
Luciana Mannrich

O cuidado de idosos como um campo intersubjetivo: reflexões éticas

Este artigo, que acaba de ser publicado na revista Interfaces de Botucatu, é fruto da minha experiência no trabalho como Acompanhante Terapêutica (AT) de idosos, suas famílias e seus cuidadores, assim como do encontro com meu orientador de doutorado Nelson Coelho Junior e dos temas por ele pesquisados referentes a ética, a epistemologia, a alteridade e ao cuidado. Na Por Vir, a dois anos trabalhamos arduamente para contribuir para a difusão de uma nova cultura ligada a um cuidado marcado pela autonomia e pelo respeito do outro como sujeito de direitos e escolhas.

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-32832016005025101&lng=pt&nrm=iso